sábado, 28 de dezembro de 2013

Looks de praia e um assunto importante!!!


Olá meninas!!!
Esse é um post muito importante, vamos falar da importância do uso do filtro solar e tirar algumas dúvidas que todas nós temos!!! Confesso que aprendi muito ao preparar essa matéria, muitas coisas tb não sabia.
Sei que é chato ficar lendo, mas o assunto é realmente relevante, por isso compartilhe com o máximo de pessoas possíveis, pois o câncer de pele tem aumentado muito nos últimos anos.
Espero que leiam com bastante atenção é mudem seus hábitos, caso não sejam adequados!!
No final, vou postar umas fotos dos meus bíquinis que estou usando nessa estação!!!
Bjs!!!

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A encrenca com os raios UVA começa com a falta de informação: há certo desconhecimento sobre eles. Enquanto o UVB é mais predominante no verão do que na estação do frio, o UVA incide o ano inteiro e também ao longo de todo o dia. "Antes das 10 e depois das 17 horas, o horário em que teoricamente seria permitido tomar sol livremente, o UVA continua sendo emitido e, como não queima, durante muito tempo achou-se que ele era inofensivo", expõe o dermatologista Sérgio Schalka, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Justamente por passar despercebido, o UVA tem potencial para causar mais estragos à pele. "Como os filtros solares antigos protegiam dos raios UVB, o indivíduo podia ficar mais tempo ao ar livre sem risco de vermelhidão. Enquanto isso, o UVA atingia a derme", explica o dermatologista Marcus Maia. No inverno, essa ameaça ainda ganha outro componente. "Muitas famílias viajam para o campo e buscam o sol para se aquecer. Mas em locais com altitude elevada o índice ultravioleta sobe", alerta Maia. Com o caminho livre para essa radiação, os problemas começam a pipocar.

O perigo mais grave é o câncer de pele melanoma, variedade mais agressiva dos tumores que acometem o tecido. "Ele tem maior potencial de alcançar outros órgãos, já que se instala em uma camada mais profunda da derme", aponta Maia. Uma das maneiras de flagrá-lo é ficar de olho em pintas e feridas. Se elas mudam de formato, aumentam de tamanho ou os ferimentos não cicatrizam, é melhor procurar um dermatologista. Esse tumor é um dos poucos que se pode evitar. Basta se resguardar da maneira adequada. "Teoricamente, ele não deveria nem existir", opina Maia. Mas não é só o UVA que fomenta a moléstia: as queimaduras causadas pelo UVB estão por trás do câncer não melanoma, bem mais comum e que também precisa ser prevenido e acompanhado de perto.

Além de barrar perigos tumorais, usar protetor em todas as estações garante uma aparência jovial por décadas a fio. "Quando o UVA penetra na derme, chega até as fibras de colágeno, que sustentam a pele, causando assim um aspecto envelhecido", explica Maia. Sem contar que as manchas não dão pinta quando nos besuntamos com o produto o ano todo. "De alguns anos para cá, os estudos mostram que o uso regular do filtro solar para tratar e preveni-las é até mais importante do que a aplicação apenas na praia", aponta Schalka. Vale lembrar que moramos em um país onde o astro rei brilha a toda mesmo no inverno.

Muito prazer, sol

Qual é a diferença entre UVA e UVB? Veja como os raios solares afetam sua pele:

Infravermelha (atinge a epiderme): totalmente inofensiva, essa radiação é responsável pelo calor que emana do astro rei. O único inconveniente dela é a sensação de ressecamento e uma eventual desidratação.

UVA (atinge a camada subcutânea): esses raios penetram nas camadas mais profundas da pele sem deixar marcas, causando envelhecimento precoce e o melanoma, um tipo agressivo de câncer.

UVB (atinge a derme): são eles que provocam a vermelhidão e as queimaduras solares. Além disso, também estão diretamente relacionados ao câncer de pele não melanoma, o mais comum dos tumores nesse tecido.

UVC: esse tipo de radiação é o mais nocivo. Na teoria, provocaria queimaduras graves e catapultaria o risco de tumores. Mas não se preocupe: ele fica retido na camada de ozônio.



Produção: Andrea Silva | Fontes: Sheila Garcia, farmacologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Josineire Meslo Costa Sallum, gerente-geral de cosméticos da Anvisa